O Sindan segue atuando junto aos diferentes elos da cadeia produtiva para buscar soluções aos impactos das novas exigências da União Europeia relacionadas ao uso de antimicrobianos e seus reflexos sobre as exportações brasileiras de carnes.

Nas últimas semanas, a entidade manteve contato permanente com representantes dos produtores, empresas exportadoras e Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), contribuindo tecnicamente para a construção de alternativas que permitam ao Brasil atender às regras europeias sem comprometer o uso das ferramentas atualmente disponíveis para a saúde e o bem-estar dos animais.

Entre as alternativas defendidas pelo Sindan está a adoção de protocolos de segregação das cadeias destinadas ao mercado europeu, associados a mecanismos de rastreabilidade e controle. Modelos semelhantes já são utilizados com sucesso em outros programas conduzidos pelo MAPA para atender exigências específicas de determinados mercados importadores.

Paralelamente, o Sindan vem trabalhando na elaboração de materiais de orientação para o setor produtivo. Em conjunto com associações parceiras e empresas exportadoras, a entidade contribuiu com informações técnicas para esclarecer quais produtos permanecem permitidos e quais passam a ter restrições nas propriedades certificadas para exportação à União Europeia.

O tema também ganhou destaque na imprensa. O vice-presidente executivo do Sindan, Emílio Salani, concedeu entrevistas a diferentes veículos para explicar os impactos das medidas e apresentar o posicionamento do setor, com destaque para participação ao vivo na CNN além de reportagens do Broadcast Agro/Estadão, Globo Rural e agência Bloomberg.